um porquê.
preciso de ti aqui sentado do meu lado para me ouvires atá ao fim. preciso que no fim me digas 'eu estou aqui, abraça-me'. preciso que me dês a mão e sussurres baixinho 'vem comigo'. preciso de ti.
já me apercebi que nunca me ensinaram o verbo 'perder', percebi que não me ensinaram a sofrer. mesmo assim, eu aprendi a fazê-lo, não me perguntes como mas consigo explicar-te o porquê. foste a minha primeira perda, foste a minha primeira derrota, foste a minha primeira dor eterna. o facto de te terem levado para outro lugar onde já não te consigo ver, trás-me o medo. a vontade de querer estar contigo e porem-me sempre um obstáculo à frente ou até mesmo citarem-me umas meras palavras. porque teve de ser assim? porquê?
todos dizem para não esperar mais, todos me incentivam a esquecer, todos me pedem para não imaginar nada mais, todos me imploram que não pense no amanhã do teu lado. mas alguém me explica que sentido irei encontrar se não imaginar? se esquecer? se não recordar? se não pensar que irei vê-lo? ninguém. recorro à solidão, recorro ao frio que me aquece mais uma noite, recorro às lembranças que me deixaste. sinto-me só, sinto-me aparte. quero mais e não vejo o retorno dos meus pensamentos.
continuo a chamar por ti, e aí eu sei que me ouves. sabes, eu ainda acredito que um dia vou olhar para trás e vou ver que mesmo ausente me acompanhaste em cada passo que dei, sei que vou sentir-te lá, sei que vais ajudar-me a vencer. és a melhor força que me podiam ter dado.
hoje, recordo-me do meu peito um dia me ter incentivado a guardar-te no meu coração. foi por isso que segui os passos todos até ti, até te encontrar.. e um dia, lá estavas tu à minha frente. foi aí que o meu coração sentiu a felicidade no auge, foi aí que algo cá dentro te amarrou a mim. desde esse dia nada se moveu, continuas no mesmo lugar, continuas no topo. foste o escolhido, desde aquele dia. e é a esse dia que me vou prender, sempre.
já me apercebi que nunca me ensinaram o verbo 'perder', percebi que não me ensinaram a sofrer. mesmo assim, eu aprendi a fazê-lo, não me perguntes como mas consigo explicar-te o porquê. foste a minha primeira perda, foste a minha primeira derrota, foste a minha primeira dor eterna. o facto de te terem levado para outro lugar onde já não te consigo ver, trás-me o medo. a vontade de querer estar contigo e porem-me sempre um obstáculo à frente ou até mesmo citarem-me umas meras palavras. porque teve de ser assim? porquê?
todos dizem para não esperar mais, todos me incentivam a esquecer, todos me pedem para não imaginar nada mais, todos me imploram que não pense no amanhã do teu lado. mas alguém me explica que sentido irei encontrar se não imaginar? se esquecer? se não recordar? se não pensar que irei vê-lo? ninguém. recorro à solidão, recorro ao frio que me aquece mais uma noite, recorro às lembranças que me deixaste. sinto-me só, sinto-me aparte. quero mais e não vejo o retorno dos meus pensamentos.
continuo a chamar por ti, e aí eu sei que me ouves. sabes, eu ainda acredito que um dia vou olhar para trás e vou ver que mesmo ausente me acompanhaste em cada passo que dei, sei que vou sentir-te lá, sei que vais ajudar-me a vencer. és a melhor força que me podiam ter dado.
hoje, recordo-me do meu peito um dia me ter incentivado a guardar-te no meu coração. foi por isso que segui os passos todos até ti, até te encontrar.. e um dia, lá estavas tu à minha frente. foi aí que o meu coração sentiu a felicidade no auge, foi aí que algo cá dentro te amarrou a mim. desde esse dia nada se moveu, continuas no mesmo lugar, continuas no topo. foste o escolhido, desde aquele dia. e é a esse dia que me vou prender, sempre.
um dia, eu vou buscar-te e trago-te cá novamente.

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